Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!












































30.3.09

Descansei uns dias da vida de Blogger e voltei ...


28.3.09

Olhando as estrelas.

Passado e Presente.
Ausência e Presença.
Assim, fazemos a trajetória pela vida.
Uns escolhem seguir pelo caminho 
outros ficam olhando as estrelas-como eu.

26.3.09

Santuário Sagrado dos Pajés em Resistência.

Ayaya !
Mais uma causa que necessita o apoio de todo o mundo para que os direitos indígenas sejam respeitados.
A comunidade do Santuário Sagrado dos Pajés – Terra Indígena do Bananal – está sendo pressionada de todas as formas para que abandonem sua terra sagrada para que seja construído um grande projeto imobiliário - uma "Ecovila"(sic)  no setor Noroeste de Brasília. Os principais interessados já estão no Brasil: a Fundação William J. Clinton (pertencente ao ex-presidente Bill Clinton) está em Brasília para conhecer o local sagrado, o que demonstra que o maior projeto de especulação imobiliária da capital federal, cinicamente chamado de "Ecovila", está extrapolando as fronteiras nacionais.
A comunidade do Santuário Sagrado dos Pajés – Terra Indígena do Bananal – busca sua autonomia e autogestão. As atividades coletivas tribais de plantio, produção de mudas e a produção de farinha além de servirem às necessidade da própria comunidade são uma maneira de ajudar o Santuário Sagrado dos Pajés conseguir realizar suas atividades espirituais, científicas, culturais e educativas.
A produção de mudas se baseia na troca de sementes nativas entre os visitantes que vêm das diferentes regiões do Brasil e da América para as atividades do Santuário. E também visa o replantio da vegetação do Cerrado na região do Planalto Central. São produzidas mudas de plantas frutíferas e de plantas medicinais. As mudas estão disponíveis para serem adquiridas pelo preço simbólico de 3 reais. Os pedidos podem ser feitos pelo email do Santuário (santuariodospajes@riseup.net) ou diretamente com o prof. Santxiê Tapuya na Flora Medicinal na sede da FUNAI em Brasília.
A produção de farinha ainda está em processo de aprimoramento. A quantidade produzida ainda é pequena, mas os pedidos já podem ser feitos por encomenda.
Vale ressaltar que toda ajuda a resistência é bem vinda, e caso você queira contribuir de modo mais direito com a luta participe das atividades chamadas pela comunidade do Santuário. Os mutirões para plantio, construção de ocas, produção de farinha, demais atividades culturais e educacionais são abertas a participação desde que a comunidade seja avisada com antecedência pelas pessoas interessadas em participar.
Por favor, assina a Petição  porque a tua participação é muito importante:

23.3.09

Sabedoria Lakhota

Não andes atrás de mim, talvez eu não saiba liderá-lo;
Não andes à minha frente, talvez eu não queira seguí-lo;
Andes ao meu lado, para que possamos caminhar juntos.
Tahca Ushte

20.3.09

Viva ! A Raposa do Sol foi devolvida ....


Menina Macuxi
Foto: Eliane Motta

STF conclui julgamento e manda retirar não-índios da Raposa.


Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil  encerrou, nesta quinta, o julgamento sobre a demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Por dez votos a um, os ministros decidiram pela legalidade da demarcação de forma contínua e determinaram o cumprimento imediato da decisão para a retirada de não-índios da reserva, cassando a liminar que suspendia a operação. Com a decisão, toda a área passará a ser ocupada apenas por grupos indígenas.
A maioria dos ministros acompanhou o voto do ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que apresentou 18 ressalvas para manter a demarcação contínua da reserva. No final do julgamento de hoje, foi incluída a condição de que os entes federativos (União, Estado e municípios) devem participar do processo demarcatório.

O Plenário também acatou a proposta do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, para que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) coordene o processo de retirada dos produtores de arroz e agricultores brancos da terra indígena. O presidente do TRF-1 deverá se reportar ao relator do caso no Supremo, ministro Carlos Ayres Britto. O relator deverá definir o prazo para iniciar o processo de desintrusão.

"O Supremo decidiu que a execução de seu julgado seria imediata. Nós cassamos a liminar que impedia a retirada dos não-índios (da reserva). Essa decisão não precisa de publicação do acórdão. Mas, essa imediatidade vai passar por uma operacionalização, o que demanda um contato meu com o presidente do TRF e com o ministro (da Justiça), Tarso Genro", afirmou Britto após o julgamento. O relator afirmou que deve definir amanhã um prazo para a retirada de todos os não-índios das terras.
O julgamento sobre a demarcação da reserva começou em 27 de agosto do ano passado e foi paralisado após um pedido de vista. Os trabalhos foram retomados em dezembro, quando oito ministros seguiram o entendimento do ministro. Entretanto, o julgamento foi paralisado novamente, desta vez pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Os trabalhos foram retomados ontem, quando Marco Aurélio decidiu, em um voto de 120 páginas, pela nulidade do reconhecimento da área. Celso de Mello e Gilmar Mendes votaram entre ontem e hoje, acompanhando a maioria.
O laudo antropológico com base no qual a área foi demarcada diz que a extensão da área se justifica pela grande migração existente entre os índios das cinco etnias que vivem na região assim como porque é considerada sagrada.

A terra indígena Raposa Serra do Sol, de 1,7 milhão de hectares, foi demarcada em 1998 e homologada em 2005, quando começou a retirada dos não-índios da região. Entretanto, em 2008, a Polícia Federal foi chamada para ajudar na retirada de grandes produtores de arroz, que possuem fazendas na área.

Um grupo de fazendeiros e de índios que os apóiam resistiram, e senadores de Roraima recorreram ao Supremo. Em maio do ano passado, a Corte decidiu pela paralisação da operação até que fosse julgado o mérito das ações que contestam a legalidade da reserva.


Raposa/Serra do Sol é o nome de uma terra indígena Macuxi homologada a nordeste do estado brasileiro de Roraima, uma das maiores do país com 1.743.089 hectares e 1000km de perímetro.

Raposa é formada por uma área dividida entre imensas planícies, semelhantes às das regiões de cerrado, mas conhecidas na região como lavrado; e cadeias de montanhas, na fronteira do Brasil com a Venezuela e Guiana, é riquíssima em jazidas de metais estratégicos como o nióbio, ouro, urânio, estanho, cobre, além de diamantes e possivelmente petróleo dada à proximidade da Bacia do Takutu. Minerais de grande interesse para países como os EUA, Inglaterra e demais membros do G7.


Para ver o mapa maior é só clicar na imagem.


* Imaginem os interesses que foram contrariados com esta decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil. Estou orgulhosa do meu país que está restituindo os direitos e a dignidade  para todos estes povos irmãos.

Fonte: 
Instituto Socioambiental
Terra
Wikipedia



18.3.09

Amor Nativo.

Photobucket

Rudá, Rudá,

Luaká pinaié
Aiuté Cunhã
Puxiuéra oikó

Ne mumamára ce recé
Quahá caarúca pupé.


Tradução:
Oh Rudá, que vive no céu e ama a chuva
Faz com que ele (ou ela) lembre de mim está tarde 
quando o sol se ausentar no ocidente.
Rudá: é o Deus do amor na Mitologia de muitas etnias indígenas brasileiras.

15.3.09

Y-îara-Senhora do Amazonas.

Yara ou Uiara ou Ipupiara (do tupi 'Y-îara "senhora das águas")


O mito da sereia é uma das entidades aquáticas mais importantes de todos os tempos e é claro que não poderia faltar na Cosmovisão Amazônica. Ela é uma linda sereia que vive no rio Amazonas em cima das vitórias-régias, sua pele é morena, possui cabelos longos, negros e olhos castanhos. 
Y-îara costuma tomar banho nos rios e cantar uma melodia irresistível, desta forma os homens que a vêem não conseguem resistir aos seus desejos e pulam dentro do rio. Ela tem o poder de cegar quem a admira e levar para o fundo do rio qualquer homem que ela desejar se casar. 
Os índios acreditam tanto no poder da Y-îara que evitam passar perto do rio ao entardecer. 

Segundo a cosmovisão indígena, ela era uma índia guerreira, a melhor da tribo e recebia muitos elogios do seu pai que era pajé. 
Seus irmãos tinham muita inveja, resolveram matá-la à noite enquanto dormia. Y-îara que possuía um ouvido bastante aguçado, os escutou e os matou. 
Com medo da reação de seu pai, fugiu. Seu pai, o pajé da tribo, realizou uma busca implacável e conseguiu encontrá-la, como punição pelas mortes a jogou no encontro dos Rios Negro e Solimões, alguns peixes levaram a moça até a superfície e a transformaram em uma linda sereia.
Há entre os índios a lenda do Jaguarari, índio forte e guerreiro da tribo Tuxaua que apaixonou-se pela sereia. Na tribo não havia ninguém mais forte e de bom coração do que Jaguarari. Todos o admiravam, tanto os homens, quanto as mulheres. Até que um dia, quando Jaguarari saiu em sua igara para pescar avistou uma bela morena nua a se banhar e cantar na margem do rio, na sombra de um Tarumã. Jaguarari ficou paralisado e de pronto se apaixonou.

Desde então, saia para caçar ou pescar, mas sua única intenção era mesmo encontrar a Y-îara. Voltava tarde da noite da pescaria sempre triste. Nem parecia mais o belo índio de antes de visão. Sua mãe perguntava, o pai aconselhava, mas nada de Jaguarari voltar a ser como era antes. 

Até que um dia, de tanto a mãe insistir em saber o motivo de sua tristeza, Jaguarari confessou estar apaixonado pela visão que tivera aos pés do Tarumã. Disse que à noite quando tentava dormir, a única coisa que ouvia era o inebriante canto da sereia.

Ao ouvir a revelação, a mãe desesperou-se! Jogou-se aos pés do filho e pediu-lhe chorando que nunca mais voltasse lá. 
Mas a promessa nunca pôde ser cumprida, pois Jaguarari já estava enfeitiçado. Numa noite de luar, ela cantou tão forte que o belo índio levantou-se e correu para a margem do rio. As águas então se abriram e desde então Jaguarari desapareceu para sempre nos braços da Y-îara.

10.3.09

O que faremos quando toda a água estiver contaminada ou finita ?

 A crise da água perpetua desigualdades.
Uma a cada quatro pessoas, hoje, não tem acesso à água potável. (UNESCO)

É urgente a mudança do nosso olhar sobre os recursos hídricos disponíveis assim como as políticas voltadas para este temática. 
A água é um recurso que possui uma quantidade limitada apesar de poucas pessoas terem consciência deste fato. Somente o ciclo da água que funciona há 4,5 bilhões de anos permite reciclar e dar esta ilusão de infinito.
Quase toda a água do planeta está concentrada nos oceanos. Apenas uma pequena fração (menos de 3%) está em terra e a maior parte desta está sob a forma de gelo e neve ou abaixo da superfície (água subterrânea). Só uma fração muito pequena (cerca de 1%) de toda a água terrestre está diretamente disponível ao homem e aos outros organismos, sob a forma de lagos e rios, ou como umidade presente no solo, na atmosfera e como componente dos mais diversos organismos.
Além disso, esta água é desigualmente distribuída no nosso planeta. Seis países possuem a metade da água doce no mundo: Brasil, Rússia, Colômbia Canadá, Indonésia e China. Mas este último, com 21% da população mundial, tem apenas 7% da água doce da Terra.
O Brasil é um país privilegiado no que diz respeito à quantidade de água. Tem a maior reserva de água doce da Terra, ou seja 12% do total mundial. Sua distribuição, porém, não é uniforme em todo o território nacional. A Amazônia, por exemplo, é uma região que detém a maior bacia fluvial do mundo. O volume d'água do rio Amazonas é o maior do globo, sendo considerado um rio essencial para o planeta. Ao mesmo tempo, é também uma das regiões menos habitadas do Brasil.
Há quase uma década, o Conselho Científico Internacional sobre as questões ambientais classifica a escassez da água como o problema mais grave do século 21, logo após o aquecimento climático.

A PNUE informa que no futuro dois a cada três homens viverão em países atingidos pelo " stress hídrico" (um desequilíbrio estrutural entre o capital limitado de um país em água e seu consumo; para algumas escolas, o estresse se situa abaixo de 1000l/ano/pessoa, todas as utilizações reunidas).

As políticas públicas deveriam incrementar medidas para obrigar a redução do uso da água na agricultura que é aonde a água é mais desperdiçada enquanto isso 1,2 bilhão de seres humanos não têm acesso à água potável e 2 bilhões não possuem saneamento básico. 

6.3.09

Brasil: Tráfico de fósseis de milhões de anos.



Com a decisão tomada, em Belfast, Reino Unido, no encontro técnico dos coordenadores da Rede, a Chapada do Araripe passou a ser o primeiro geoparque do Hemisfério Sul. A área será inserida em uma lista de 37 parques de reconhecida importância para a proteção especial de riquezas geológicas e paleontológicas. 

O Geoparque Araripe que está em consolidação na porção cearense da Bacia do Araripe, um dos principais sítios do Período Cretáceo da Terra. A região é especial pelos achados geológicos e paleontológicos inéditos desde os primeiros anos do Século XIX, com registros entre 110 e 70 milhões de anos, em excepcional estado de preservação e diversidade. Localizados nos municípios de Santana do Cariri, Nova Olinda, Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha e Missão Velha Todos os locais são representativos de estratos geológicos e tem formações fossilíferas.                  
 Porém ...

*Denúncia:
Vendidos por centavos pelos habitantes da Chapada do Araripe no Ceará/Brasil (Formação Santana) para fugir da fome e miséria são comercializados por preços que chegam até R$ 1,2 milhão como é o caso do  crânio de uma espécie de Pterossauro que viveu há cerca de 110 milhões de anos -Thalassodromeus Sethi) até agora nova para a ciência. Ele foi "desviado" para os Estados Unidos e é claro que saiu ilegalmente do país. Está sendo comerzializado pelo site americano PaleoDirect-Altamonte Springs (Flórida) 
http://paleodirect.com/pgset2/ptbr-002.htm  que se anuncia como “Sua fonte direta de finos espécimes fósseis e artefatos do homem primitivo”. (sic) ... primitivos são os proprietários do site, não é verdade?
Neste mesmo site são ofertados centenas de fósseis brasileiros e de outros lugares do mundo.
O interesse dos contrabandistas pela riqueza científica da Chapada do Araripe começou entre as décadas de 1980 e 1990 mas quase nada foi feito para impedir a depredação e roubo do patrimônio brasileiro nem muito menos em implantar um política social que ajude os moradores da região a ter uma vida mais digna.
Seguindo o rastro do tráfico chegamos também a vários museus alemães nas cidades de Belim, Stutgard, Chemnitz e Bonn que mostram os fósseis mas não explicam como chegaram em suas vitrines. O caso mais escandaloso é o do "Museum Für Naturkunde" em Berlim.
Considerado crime federal no Brasil porque envolve o patrimônio da União, o comércio é legalizado em países como a Alemanha, Rússia e Estados Unidos gerando muitos entraves diplomáticos entre estes países. Inúmeros são os projetos de salvaguarda e proteção deste patrimônio que vem sendo roubado mas ...  efetivamente poucos são os resultados satisfatórios.

4.3.09

O Fogo na Cosmovisão Indígena.

O fogo é um dos dos elementos mais utilizado em várias culturas ao redor da terra, como um elemento de purificação e transmutação. São cerimônias, ritos, onde a chama incandescente se faz presente trazendo a luz e o contato com as nossas memórias ancestrais. 

A "descoberta" do fogo proporcionou um grande salto para a Humanidade e a possibilidade de inovações tecnológicas e de qualidade de vida. A importância do fogo é relacionada à da própria vida. Na mitologia e Cosmologia das culturas, a vida é possível através do espírito criativo, da centelha que põe tudo em movimento. 
Os xamãs Huichole (México) reverenciam a Tatewari, o fogo sagrado, o deus com quem aprendem a curar. Tomam o peyote e buscam no fogo seus ensinamentos. Os nativos norte-americanos também costumam fazer seus conselhos junto à fogueira porque o fogo representa a luz da Sabedoria que os auxiliará na tomada de decisões que afetam toda a tribo. E assim vemos em muitas outras situações, a importância da fogueira como parte da memória ancestral.
Para  a grande maioria dos povos indígenas brasileiros o fogo é como a vida por isso deve sempre estar aceso dentro e fora de suas habitações. O ritual de proteção - Bênção do Fogo Sagrado é praticado por quase todas as etnias. 
Muitas são as histórias transmitidas através da oralidade (a mitologia é ainda viva, transmitida de uma geração a outra) sobre a origem do fogo aonde são relatados incêndios que destruíram a Terra. 
A fogueira é um elemento de extrema importância nas culturas nativas. Juntos, o fogo e a madeira do povo-em-pé, as árvores, liberam a memória dos tempos. As árvores carregam a memória da terra e esta informação contida nos anéis de seus troncos são inclusive utilizadas hoje pela ciência, cujo método se chama dendrocronologia. Temos árvores ancestrais, de muitos anos, que dia após dia, vivenciou e presenciou a saga dos ancestrais.
Ao sentarmos na fogueira, ativamos esta memória ancestral, aprendendo com tudo e todos que caminharam sobre o solo da Mãe Terra.

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História Oral Guarani Ñandeva
O filho de Ñane Ramõi, isto é, Ñande Ru Paven (“Nosso Pai de Todos”) e sua esposa Ñande Sy (“Nossa Mãe”), ficaram responsáveis pela divisão política da terra e o assentamento dos diferentes povos em seus respectivos territórios, criando montanhas para delimitar o território guarani. Ñande Ru Paven roubou o fogo dos corvos e o entregou aos homens; criou a flauta sagrada (mimby apyka) e o tabaco (petÿ) para os rituais e foi o primeiro que morreu na terra. Da mesma forma que seu pai, decidiu abandonar a terra em função de um desentendimento com sua esposa que estava grávida de gêmeos. O mito dos gêmeos é um dos mais contados e difundidos pela América do Sul. Pa’i Kuara é neto de Ñane Ramõi. A ele, depois de muitas aventuras na terra, foi atribuída a responsabilidade de cuidar do Sol, assim como de seu irmão, Jacy, a quem caberia o cuidado da Lua.


2.3.09





Oríkì em Yorùbá
Orìkí Fún Òsun

Ìba Òsun sekese
Ìba Òsun olodi
Latojoki awede we’mo
Ìba Òsun ibu kole
Yeye kari
Latokoko awede we’mo
Yeye opo
O san rere o
À
se
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Tradução para o Português:


Orìkí para Òsun
Eu elogio a deusa do mistério, espírito que limpa de dentro para fora,
Eu elogio a deusa do rio
Espírito que limpa de dentro para fora
Eu elogio a deusa da sedução
Mãe do espelho
Espírito que limpa de dentro para fora
Mãe da abundância
Nós cantamos seus elogios
Axé


Oríkì palavra da língua Yorùbá, que tem vários significados, um deles pode-se traduzir como literatura ou textos. 
A literatura e a língua eram usadas oralmente pelos povos Yorùbá, pois não existia uma codificação escrita para o idioma antes do século XIX. A primeira gramática Yorùbá foi publicada em 1843 pelo Bispo Samuel Ajayi Crowther da Igreja Anglicana.
Os Yorùbá constituem o segundo maior grupo étnico na Nigéria, representando 18% da população total aproximadamente. Vivem em grande parte no sudoeste do país, também há comunidades de iorubas significativas no BeninTogoSerra LeoaCuba e Brasil.
Eles acreditam que o nome da pessoa tem a ver com a sua essência espiritual, denotando grande dificuldade em dar nomes a seus filhos. Um tipo especial de nome é Oriki (neste caso, poesia ou texto poético), que é melhor descrito como nome afetuoso ou carinhoso. A crença é que chamar uma pessoa por seu oríkì é inspirá-lo, uma vez que vai apaziguar seu Ori (cabeça).

1.3.09

Follow me? Follow You?

Para que servem as redes sociais para gigantes como o Google?
Porque desapareceram vários seguidores dos blogs?
Houveram muitas explicações mas nenhuma foi convincente.




 Deixo as perguntas no ar ...

Modifiquei este post (tinha publicado uma fictícia historinha romântica sobre o Follow Me ... Follow you)  
mas depois que recebi uma advertência resolvi escrever claramente.
Não aceito nenhum tipo de censura.
Ponto Final.

ZX











Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".


Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.


Ano 5523 de Abya Yala


523 anos de Resistência Indígena Continental.


JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!







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Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."
Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.




Memória, Resistência e Consciência.