Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

19.1.09

Tempo Histórico e Tempo Mítico.



Nas culturas indígenas em geral existe a concepção de dois conceitos de Tempo  que estão simultaneamente presentes: um presente anterior’ e um ‘presente atual’. Enquanto o presente anterior se remete a um passado durante o qual o mundo tal como é hoje ainda não existia, o presente atual se refere ao estado de coisas no mundo de hoje em dia. Um pouco complicado para entender mas não podemos esquecer que para estas culturas o Tempo possui uma transietariedade muito diversa da que é concebida no mundo ocidental. O Tempo Histórico é vivido e concebido de forma cíclica e o Mítico é o principal condutor da vida porque ele traça os caminhos de todas as pessoas. O passado não passou porque ele permeia a realidade através dos cultos aos antepassados e da História Oral.

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