Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

21.2.09

É Carnaval ...

A mistura da tradição européia com os ritmos musicais dos africanos e indígenas criou no Brasil o maior espetáculo popular do mundo.
O Carnaval nasceu no Egito (como um ritual de fertilidade e da colheita), passou pela Grécia (Carrum Novalis) e por Roma, foi adaptado pela Igreja Católica (Carnevale) e desembarcou aqui no século XVII, trazido pelos portugueses.
Logo depois, foi destituído do seu caráter religioso e caiu na rua como um grande ritual pagão, sendo esperado todo o ano com grande emoção.
O Carnaval é um palco aonde o corpo é a maior forma de expressão de toda a simbologia que vive imersa na cultura popular. Não esquecendo também que é um grande signo lingüístico. Assim, a sua força reside principalmente na construção do imaginário e na manutenção da cultura como símbolo de resistência.
Chegou o Carnaval ...
Viva o Povo !
Viva a Folia !

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Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."