Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

2.2.09

Os Awá pedem ajuda !



Vivemos nas profundidades da selva 
e estamos sendo encurralados pelos brancos.
Sempre estamos fugindo.
Sem a selva não somos nada 
e não temos como sobreviver.
To’o, um jovem Awá, da aldeia Juriti.
_________________________________________________________
Vivem no Maranhão- Norte do Brasil
População: 300 pessoas
Tronco Lingüístico: Tupi
Família lingüística: Tupi-Guarani
Língua falada: Guajá

Os Guajá se autodenominam Awá: que quer dizer " pessoa ou gente."

Os Awá são considerados um dos últimos povos indígenas nômades de caçadores-coletores do Brasil. Existe a informação recente que um grupo ainda não teve contato com outros grupos ou pessoas.
Até 2006 os Awá-Guajá pertenciam à categoria de índios isolados, embora já vivessem em reservas. De lá para cá, passaram a ser chamados de semi-contatados, devido ao seu elevado grau de preservação do modo de vida tradicional.
Apesar de que a maioria habita em reservas legalmente reconhecidas estão sendo oprimidos por madeireiros, colonos e "fazendeiros" que invadem a sua terra e matam a natureza e os animais. 
Segundo um morador da região: pistoleiros contratados por fazendeiros e madeireiros “caçam” qualquer índio que se lhes atravesse no caminho.
Alguns ainda não foram contatados e são agregados em pequenos grupos familiares que vivem nos últimos fragmentos da selva amazônica do Maranhão que diminui em uma grande rapidez, fora dos territórios reconhecidos que fazem parte da Reserva de Araridóia.
Na décado de 70 foram descobertos enormes depósitos de mineral de ferro na região. Isto desembocou no gigantesco projeto "Programa Industrial Carajás" que foi financiado pela União Européia e pelo Banco Mundial que incluia a construção de minas e de estradas de ferro. Depois disso, os Awá viram como suas terras se abriram a invasões de todos os tipos.
Na atualidade, grande parte das terras dos Awá estão sendo ocupadas e destruídas por estradas que cortam a selva acabando com a caça que dependem para sobreviver. Além é claro da exposição dos indígenas as enfermidades e violência. Também, grande fazendas de gado ocupam ilegalmente a terra indígena.
Agora está nas mãos de um juiz federal do Brasil a documentação para a retirada dos intrusos.
Atúa agora porque teu apoio é vital para a sobrevivência dos Awá.
Participe nesta campanha de Te Pito O Te Henua pela demarcação da terra dos índios Awá-Guajá, enviando-a ao ministro da Justiça do Brasil e ao Juiz Federal do Estado do Maranhão.

Envie esta carta por fax, correio normal ou correio eletrônico para:
Exmo Dr. Juiz José Carlos Madeira
Justiça Federal
Seção Judiciária do Estado do Maranhão
Av.Senador Vitorino Freire, n°300-Areinha
São Luis-MA
65031-900 Brasil

Fax: +55 98 221 3697
E-mail:
jose.madeira@ma.trf1.gov.br

Ministro de Justiça Tarso Genro
Justiça Federal
Seção Judiciária do Estado do Maranhão
Av.Senador Vitorino Freire, n°300-Areinha
São Luis-MA
65031-900 Brasil

Fax: +55 61 3224.4784
E-mail:
gabinetemj@mj.gov.br







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Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."