Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

4.7.09

Refletindo sobre o reflexo do verso e reverso ...


De tanto caminhar acabei retornando ao lugar de onde saí.


O espelho a minha frente é coisa muda,
Mas de sua mudez ele me fala:
A imagem alheia do outro lado
Me contempla longínqua e interrogante,
Parte de mim, em mim multiplicada,
E posta fora do que sou, textura
De outra pessoa, de outro sonho e forma
(No largo sono de um deus tranqüilo,
A voz se cala e deixa que o cristal
A memória de um vago ser recrie)
Ilusória assim como qualquer cifra.

Laberinto
No habrá nunca una puerta. 
Estás adentro y el alcázar abarca el universo
y no tiene ni anverso ni reverso
ni externo muro ni secreto centro.
No esperes que el rigor de tu camino,
que tercamente se bifurca en otro, tendrá fin.
Es de hierro tu destino
como tu juez. 
No aguardes la embestida
del toro que es un hombre 
y cuya extraña forma plural da horror a la maraña
de interminable piedra entretejida.
No existe. Nada esperes. 
Ni siquiera en el negro crepúsculo de la fiera.

Sono i fiumi
Siamo la famosa parabola di Eredito l'Oscuro.
Siamo l'acqua, non il diamante duro,
che si perde, non quella che riposa.
Siamo il fiume e siamo anche quel greco
che si guarda nel fiume.
Il suo riflesso
muta nell'acqua del cangiante specchio,
nel cristallo che muta come il fuoco.
Noi siamo il vano fiume prefissato,
dritto al suo mare. L'ombra l'ha accerchiato.
Tutto ci disse addio, tutto svanisce.
La memoria non conia più monete.
E tuttavia qualcosa c'è che resta
E tuttavia qualcosa c'è che geme.
Jorge Luis Borges

* Dedicado à quem me fez ver além dos espelhos, labirintos e reflexos.

E-Mail

Postagens populares

Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."