Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

18.1.10

Nossa Abya Yala-PachaMama Libre !





Abya Yala  é a expressão criada pela Nação Kuna do Panamá e Colômbia antes da chegada de Cristovão Colombo para designar o continente americano, mas desde 2004 a expressão é usada como um posicionamento ideológico por quase todas as etnias originárias da América Latina renvindicando a visão de mundo, o conceito de terra e de homem já que o nome América ou a expressão Novo Mundo é própria dos colonizadores europeus e não dos povos originários do continente.


Abya Yala quer dizer "Terra Madura", ou Terra Viva ou em Florescimento.
PachaMama
 Mãe Terra



Para afirmar o reconhecimento de Abya Yala, foi criado o movimento de resistência conhecido como "Cumbre Continental de Pueblos y Nacionalidades Indígenas del Abya Yala" tendo como ápice o encontro realizado todo ano, possuindo uma rotatividade dos locais escolhidos de acordo com os povos que pertencem à esse movimento.


Para ter maiores informações:
Declaración de Mama Quta Titikaka 
(redigida na IV Cumbre continental de los Pueblos y Nacionalidades.)



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Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."