Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

25.8.12

Amazonía 2012 - Áreas Protegidas e Territórios Indígenas

Os cerca de 7.8 milhões de km2 da Amazônia são compartilhados por oito países e a Guyane Française, onde vivem 33 milhões de habitantes, incluindo 385 povos indígenas.
É uma região de enorme diversidade socioambiental, estratégica para o ambiente tropical da América do Sul e para o clima do planeta.
Os atores que vivem e atuam na Amazônia têm diferentes interesses e a interpretação da situação atual e as visões sobre o  futuro da região se converte em uma disputa de paradigmas. Sob estas perspectivas têm sido gerados diferentes níveis de análises e cenários, a partir de enfoques regionais, nacionais ou internacionais.
A presente publicação tem como objetivo principal contribuir para superar visões fragmentadas e promover iniciativas e processos integrados, regionais, nacionais e internacionais, que contribuam para a consolidação das Áreas Protegidas e dos Territórios Indígenas – os quais somam cerca de 45% da região – como parte importante da solução para a conservação e o uso sustentável dos ecossistemas.
O aprimoramento deste mapa deve-se a um trabalho conjunto e contínuo de instituições de pesquisa, sobretudo da sociedade civil dos países amazônicos, para sistematizar, qualificar e integrar suas bases de dados em um mesmo espaço, no âmbito de RAISG.
Este esforço teve como base uma agenda comum para as análises temáticas e a elaboração de protocolos de gestão compartilhada e descentralizada da informação, em um exercício contínuo que se assemelha a um verdadeiro “quebra-cabeças”.
É importante ressaltar que, para elaborar a representação cartográfica e numericamente equivalente entre os diferentes países, se considerou as especificidades de cada um para chegar a uma legenda comum. Assim, os limites internacionais foram ajustados sobre uma base única de forma a não apresentar vazios de informação nem superposição. As Áreas Naturais Protegidas foram classificadas com base no atributo comum a todas sobre o tipo de uso permitido, enquanto os Territórios Indígenas foram classificados, além da nomenclatura de cada país, em relação à situação (ou não) de algum grau de reconhecimento oficial.

O limite geográfico da Amazônia


Existem diferentes formas de definir os limites da Amazônia como região, do mesmo modo que há diversas fontes de dados para cartografá-la. Comumente se usam os limites biofísicos – relacionados com a hidrografia, o relevo e a vegetação – e os limites administrativos reconhecidos pelas nações para a aplicação de políticas de proteção e/ou desenvolvimento, que tomam em conta as peculiaridades da região. Critérios econômicos e sociais também são empregados para tal definição. Por isso não existe consenso sobre o que é a Amazônia; ao contrário, se sabe que há várias Amazônias que dão conta de diferentes universos, de acordo com os atores envolvidos.
Para RAISG, o objetivo não é estabelecer um limite amazônico inequívoco, administrativo ou cientificamente fundamentado, e sim delimitar a área de análises de forma que a informação seja de utilidade para diferentes atores. Os produtos terão formatos e públicos diferentes, conforme sejam impressos ou publicados na web.
Entre as diferentes definições dos limites amazônicos de cada país, se empregou o “limite utilizado por RAISG”, região sobre a qual se possui dados atualizados e sistematizados, conhecimento acumulado e atuação reconhecida. Este limite, composto principalmente pelo limite biogeográfico, com exceção de Ecuador e Brasil, onde se aplicou o critério jurídico-administrativo, permite a realização de diagnósticos e projeções, a antecipação de cenários de ameaças e de proteção, assim como mostrar sua evolução ao longo do tempo. É a ele que se referem as estatísticas e as referencias textuais à Amazônia, de modo geral.
Para maior clareza, em Amazônia 2012 se mostram os limites biogeográficos e os da bacia amazônica – de acordo com a informação consolidada – além do “limite utilizado por RAISG”.
O mapa Amazônia 2012 – que também está disponível aqui em versão digital – apresenta um conjunto de informações atualizadas e corrigidas em relação ao mapa publicado por RAISG em 2009.
Fonte: Socioambiental

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