Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

3.6.09

Direitos Indígenas ...


ONU reafirma o direito dos povos indígenas sobre os seus territórios.
O Foro Permanente para Assuntos Indígenas (01/06/2009) concluiu em seu oitavo período de sessões com uma reafirmação de que todos os povos devem ser consultados sobre qualquer projeto de exploração que afete os seus territórios e direitos. Essa decisão contou com mais de 2.000 representantes de povos e comunidades indígenas de todo o mundo que participaram das duas semanas de discussão que levaram a declaração final  que recomenda a adoção de medidas para protegê-los de quem quer se aproveitar dos seus recursos.
O documento inicia com as seguintes palabras: deve haver um consentimento livre, prévio e informativo antes do inicio de projetos ou outros tipos de trabalhos que afetem suas terras, territórios, recursos e direitos de todos os povos envolvidos.
O mesmo recomenda aos governos que façam cumprir as legislações nacionais e internacionais relevantes, assim como, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007 pela Assembléia Geral da ONU. Neste sentido, obriga aos países que deram licença, concessões ou permissões para as transnacionais (sem a autorização das populações indígenas) a renegociar os contratos de exploração e satisfazer as demandas das comunidades afetadas.

* Espero que este novo documento seja realmente colocado em prática (o mais breve possível) porque o meu ceticismo não dá para palavras esperançosas.
  Fonte:

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