Iorana Korua/Koho-Mai/Bem-Vindo/Yaa'hata'/Che-Hun-Ta-Mo/Kedu/Imaynalla Kasanki Llaktamasi/Tsilugi/Mba'éichapa/Bienvenido/Benvenuto/Yá´at´ééh/Liaali/Bienvenue/Welcome/Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Mari Mari Kom Pu Che/Etorri/Dzieñ Dobry/Bienplegau/Καλώς Ήρθατε/ Kamisaraki Jillatanaka Kullanaka/Sensak Pichau!!

Meu compromisso é com a Memória do "Invisível".

Pelo direito a autodeterminação dos povos e apoiando a descolonização do saber.

Ano 5523 de Abya Yala

523 anos de Resistência Indígena Continental.

JALLALLA PACHAMAMA, SUMAQ MAMA!

Témet timuyayaualúuat sansé uan ni taltikpak
Nós mesmos giramos unidos ao Universo.
Memória, Resistência e Consciência.

3.3.10

Anistia Internacional denuncia a terrível situação na Colômbia

A Anistia Internacional informou no dia 23 de Fevereiro um aumento nos ataques contra os povos indígenas em toda a Colômbia, durante 2009, o que tem causado a resistência de muitas comunidades que  estão lutando para sobreviver.
A organização culpou as forças de segurança e de grupos paramilitares por abusos, incluindo assassinatos, desaparecimentos e seqüestros, ameaças, abuso sexual de mulheres, o recrutamento de crianças-soldados, deslocamentos forçados e perseguição de lideranças indígenas .
Os povos indígenas estão cada vez mais sofrendo ataques na Colômbia, disse Marcelo Pollack que é pesquisador da Anistia Internacional. Eles estão sendo mortos e ameaçados, além de estarem  obrigados a participar de conflitos armados e jogados fora de suas terras. É tempo de o governo colombiano leve a sério suas obrigações e tome medidas imediatas para proteger os povos indígenas.
Segundo dados da Organização Nacional Indígena da Colômbia (ONIC), pelo menos 114 homens, mulheres e crianças indígenas foram assassinadas e milhares foram vítimas de deslocamento forçado só em 2009. 
A Anistia Internacional afirmou ainda que as autoridades raramente investigam os  crimes cometidos contra os povos originários.
Milhares foram deslocadas de suas terras, porque muitas vezes vivem em zonas de conflito militar intenso, rica biodiversidade, minerais e petróleo. Muitas outros não têm sido capazes de deixar o território porque foram colocadas minas terrestres pelos grupos armados que circulam nas suas terras.
As partes no conflito também bloquearam o acesso a alimentos e medicamentos essenciais, muitas vezes, afirmando que são destinados para o inimigo. Todas as escolas estão ocupadas  porque são usadas como bases militares deixando também os professores vulneráveis a ataques físicos e impedindo que as comunidades indígenas tenham acesso à educação.
Se as autoridades não atuarem com rapidez para proteger os povos originários na Colômbia, existe um grande risco que muitos desapareçam, manifestou, Marcelo Pollack. 
Os Awá foram especialmente atingidos no ano de 2009 porque eram mais da metade das vítimas de homicídio.  Eles são coletivamente os donos da terras e rios da reserva indígena de "El Rosario, no município de Tumaco, pertencente ao sul do departamento de Nariño. Eles vivem em uma área de importância estratégica para as partes em conflito que são  grupos paramilitares e traficantes, além das forças de segurança colombianas. 
A Anistia Internacional pediu aos participantes do conflito, incluindo as forças de segurança do governo, traficantes e guerrilheiros que respeitem os direitos dos povos indígenas para que não sejam arrastados nas hostilidades e que os seus territórios sejam protegidos porque necessitam as suas terras para prover as suas subsistências.

Os 40 anos de conflito armado na Colômbia já afetou milhões de pessoas em todo o país, matando dezenas de milhares de mortos, além dos torturados e vítimas de desaparecimento forçado.  A grande maioria das vítimas são civis. 
Fonte: 
http://www.minkandina.org

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